Em toda a Amazônia, o crime organizado está se expandindo rapidamente, fomentando a violência, a destruição ambiental e a erosão dos direitos indígenas.
Os povos indígenas não estão apenas na linha de frente desta crise, como também estão liderando as respostas mais eficazes. Por meio do monitoramento territorial, da governança comunitária e de sistemas de proteção enraizados em seus próprios conhecimentos e tradições, eles defendem a Amazônia e sustentam seus modos de vida.
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Aos responsáveis pela tomada de decisões na Conferência das Nações Unidas sobre Crime Transnacional:
Em resposta à crise do crescimento do crime organizado e das economias ilícitas na região amazônica, nós o(a) instamos a:
- Apoiar a governança territorial e a autonomia dos povos indígenas.
- Proteger os líderes indígenas e os defensores do meio ambiente.
- Invista em alternativas econômicas sustentáveis e lideradas pela comunidade, e
- Garantir que os povos indígenas tenham um papel central nos processos de tomada de decisão.
Uma abordagem baseada em direitos e liderada por indígenas é essencial para proteger a Amazônia e combater as causas profundas do crime organizado.
Portanto, os povos indígenas precisam ser consultados na tomada de decisões sobre políticas de segurança e combate ao crime na Conferência das Nações Unidas sobre Crime Transnacional, que ocorrerá em outubro deste ano em Viena.



