No início deste mês, publicamos uma matéria sobre como Mulheres Awajún e Wampis se mobilizam na Amazônia peruana. Para forçar o governo a reverter o fechamento das procuradorias especializadas que investigavam casos de violência sexual. Sua liderança protegeu o acesso à justiça para as sobreviventes, mas a crise está longe de terminar.
Mais de 800 casos de abuso sexual contra meninas e meninos indígenas permanecem sem solução em Condorcanqui. Uma crescente emergência sanitária agrava a crise, com 253 novos casos de HIV relatados em 2025, muitos ligados a crianças sobreviventes de abuso.
Em homenagem ao Mês da História das Mulheres, nos solidarizamos com as mulheres Awajún e Wampis que se recusam a deixar o Estado ignorar a situação. Por favor, ajude a amplificar a sua reivindicação por responsabilização.
Compartilhe este vídeo no Instagram e marque @fiscalia_peru Exigir que as investigações avancem e que a justiça seja finalmente feita.




